sexta-feira, 12 de junho de 2009

Reservado para o Cabeça - David W Dyer

Extraído do Livro "Autoridade Espíritual Genuína" Disponível para download no Filho Varão ou no site do Autor http://www.graodetrigo.com/

Conforme você pode, sem dúvida, perceber pela presente discussão, toda a autoridade na igreja está reservada para a Cabeça. Não há lugar para nenhuma outra. Qualquer outra autoridade irá simplesmente substituir ou tomar o lugar do fluir da autoridade de Jesus. A menos que a “liderança” na igreja seja simplesmente uma manifestação da própria autoridade de Deus, ela impedirá ao invés de ajudar o processo. Queridos amigos, esta é uma consideração muito séria. O corpo de Jesus é Dele! Nós não somos livres para construirmos algum tipo de imitação. Nós simplesmente não podemos estabelecer nenhum outro tipo de autoridade em nossos encontros, além daquele que o Pai já instituiu. Nós precisamos permitir que Jesus seja a nossa Cabeça. Somente desta maneira poderemos experimentar a realidade da igreja e satisfazer os requisitos de Deus. Somente deste modo pode o corpo crescer e ministrar a si mesmo conforme Deus designou.
Talvez agora o leitor possa mais facilmente compreender a grande necessidade de genuína autoridade espiritual na igreja de hoje. Também torna-se mais claro que a autoridade meramente humana nunca poderá atingir os objetivos de Deus. É apenas quando a cabeça está estimulando o Seu corpo que Sua vida e Sua natureza são expressos. Quando um outro alguém está no controle, não importa o quão bem intencionado ele esteja, o resultado nunca será uma expressão de Deus. Então este é o princípio inalterável da liderança. No corpo de Cristo não pode haver nenhuma outra autoridade, nenhuma outra cabeça. Quando colocamos um outro alguém nesta posição, contaminamos a expressão de Jesus, introduzindo um elemento estranho na igreja de Deus. Interessante que um dos significados do prefixo “anti” em grego é “em vez de” ou “no lugar de”. Isto então nos leva a uma nova compreensão da palavra “anticristo”. Talvez tenhamos sempre pensado no anticristo como alguém que é contra Cristo ou que é oposto a Ele. Aqui, entretanto, vemos que simplesmente tomar Seu lugar como verdadeira autoridade e Cabeça também significa ser “anticristo”.
Então, nas reuniões da igreja, o lugar dos líderes poderia ser melhor compreendido como um tipo de supervisor. Aqueles que são maduros e íntimos de Deus supervisionam os procedimentos. De fato, a Bíblia usa a palavra “supervisores” para indicar esta função. Aqueles que são menos maduros são livres para exercer seus dons e habilidades porque há membros qualificados que podem gentilmente corrigir qualquer problema. A verdadeira liderança espiritual pode ser exercida de um modo muito discreto. Uma simples palavra ou oração na hora apropriada, falada pela direção do Espírito Santo, pode trazer o encontro de volta de algum desvio que possa ter ocorrido. Aqueles que desejavam dominar a reunião com suas idéias e opiniões podem ser cuidadosamente admoestados. Os líderes estão presentes, não para controlar ou usar as reuniões como um tribunal para seus próprios ministérios, mas para servir ao corpo, cuidando para que tudo seja feito de acordo com a direção do Cabeça.
Naturalmente, nenhuma reunião será perfeita. Haverá sempre alguém orando ou testificando de seu próprio coração. Um líder que tenha sido verdadeiramente quebrantado pelo Espírito Santo saberá de Deus quando é necessário dizer ou fazer alguma coisa ou quando o Senhor vai simplesmente permitir que uma imperfeição não seja corrigida. Todos nós temos imperfeições em nossas vidas e somente Deus sabe a hora e o lugar para que estas deficiências sejam tratadas. Sabedoria verdadeira é o resultado da experiência e maturidade. Talvez seja por isso que as Escrituras usem a palavra “anciãos” para descrever tais pessoas. Notem que Paulo exorta que nenhum novato deveria exercer esta função (1ª Tim 3:6). Há uma grande necessidade de paciência, clemência e amor para ser forjado o caráter de alguém que é canal para a autoridade divina. Se o caráter de Deus não é mostrado naqueles que estão liderando a manifestação de Deus será contaminada por personalidades naturais.
A liderança na igreja é uma responsabilidade terrível. Não é algo que alguém deva tentar tomar sobre si mesmo. Há uma grande tentação para os homens jovens, possuidores de dons imaginar que eles estão qualificados para liderar a igreja. Eles ouvem de Deus. São ungidos por Ele e, portanto, supõem que estão aptos a serem líderes! Entretanto, nada pode substituir o quebrantamento e anos de experiência sob a mão de Deus. Aqueles que são “líderes” serão julgados por Deus pelo seu trabalho, como qualquer um de nós será. Se nós tomamos sobre nós mesmos o manto da autoridade e dirigimos a igreja de Deus de acordo com a iniciativa de nosso próprio coração, seremos mostrados como tolos na frente de todos e vistos como irresponsáveis perante o Juiz de todas as coisas.
Uma outra consideração importante aqui é que aqueles que são canais da autoridade de Deus e funcionam como “supervisores” devem ter um relacionamento íntimo com o outro. Eles devem estar ligados pelo espírito por Deus. Isto requer da parte destes indivíduos um desejo de abrir seus corações um para o outro para ter um tipo de transparência divina. Eles devem ter uma unidade que a Bíblia descreve como “um coração e uma mente” (Atos 4:32). Deste modo, eles podem agir juntos como se fossem um, ao exercer a autoridade divina. Se houver qualquer desunião ou desacordo entre os líderes, será um desastre para o rebanho. Se os que estão na liderança não podem ou não querem agir em harmonia um com o outro no Senhor, resultará num fracasso e o testemunho de Jesus será perdido. É impossível preservar a autoridade do Espírito Santo quando há desconfiança, desarmonia e discussão entre os líderes.
Isto então é essencial para se começar a pensar quando se quer reunir. Pelo menos dois ou três homens que o Senhor preparou e escolheu devem estar juntos em acordo sobre estes assuntos. É absolutamente imperativo que seja estabelecido como um ponto de partida para este tipo de união entre os líderes. Se isto não acontece, o resultado só pode ser de confusão. Muitos outros tentarão penetrar e assumir responsabilidade. “Autoridade” de qualquer direção, menos de Deus, será manifestada. E a liderança, em uma condição enfraquecida e dividida não será capaz de lidar com isto acordo com a direção de Deus. Durante muitos anos eu tenho visto muitos grupos nestas condições. Eles escorregam para dentro e para fora da vontade de Deus. A cada semana é uma aposta se o encontro vai estar cheio da presença do Senhor ou não. O que precisamos desesperadamente hoje não é “ausência de liderança” mas verdadeira supervisão espiritual daqueles que são preparados por Deus. Somente a liderança plural (mais do que uma), unida, espiritual, resultará em um encontro cristão com a manifestação do próprio Deus.
Porque é que hoje o Cristianismo parece tão fraco? Porque as vidas de tantos crentes ainda estão cheias de escravidão e pecado? Porque é que nós estamos tendo tão pouco efeito sobre o mundo em volta de nós? A igreja primitiva em 30 ou 40 anos “virou o mundo de cabeça para baixo”. (Atos 17:6.) Por outro lado, em nossas dias, com todo o dinheiro e material à nossa disposição, comparativamente, pouco está sendo feito. Ora, eu não estou dizendo que não há muita atividade. Certamente que há. Entretanto, o impacto desta atividade parece estranhamente menor que o de dois mil anos atrás. Deus mudou? Absolutamente não! Porém, se formos honestos conosco, devemos admitir que algo parece estar diferente. Talvez seja válido pararmos e considerarmos se há uma parte do plano de Deus que nós perdemos, o qual poderia estar impedindo Seu poder e Sua vontade.

Doença- Watchman Nee

Extraído da Revista a Maturidade – Primavera de 1985

Qual o propósito da enfermidade?
Há algumas questões com respeito à doença que gostaríamos de considerar juntos diante de Deus:
1. A relação entre doença e pecado
Antes da queda da humanidade não existia nenhuma espécie de enfermidade; a doença surgiu somente depois que o homem pecou. Alguém pode dizer que, de forma geral, tanto a doença como a morte resultaram do pecado; pois pela transgressão de um homem o pecado e a morte entraram no mundo (Rm 5.12). A doença se espalhou a todos os homens assim como a morte.
Embora nem todos tenham pecado da mesma maneira que Adão, todavia por causa da transgressão dele todos morrem. Onde há pecado há morte também. Entre estes dois está aquilo que comumente chamamos de doença. Este é, então, o fator comum a todas as doenças. Porém, há realmente mais de uma causa a ser explicada sobre os males que atacam as pessoas. Algumas doenças brotam de pecado, enquanto outras não. No tocante à humanidade, a doença não vem de pecado; mas com relação ao individuo pode ser ou não a causa. Precisamos distinguir entre estas duas aplicações da doença. É absolutamente verdadeiro que se não houvesse pecado não haveria nem morte nem doença; pois se não houvesse morte no mundo, como poderia jamais haver doença? A morte brota do pecado, e a enfermidade pelo princípio da morte. Mesmo assim isto não pode ser aplicado especifica e indiscriminadamente a todo individuo, pois embora muitos fiquem doentes por causa do pecado, há outros que adoecem por razões outras que não o pecado. Nesta questão do relacionamento entre pecado e doença devemos fazer uma distinção cuidadosa entre a aplicação do mesmo à humanidade como um todo e sua aplicação aos homens individualmente.
Devemos lembrar que em livros do Velho Testamento como Levítico e Números a promessa de Deus era que, se o povo de Israel O obedecesse, andasse em Seus caminhos, não se rebelasse em Seus caminhos, não se rebelasse contra Suas leis e não pecasse contra Ele, então o Senhor os protegeria de muitas enfermidades. Estas palavras claramente nos ensinam que muitas doenças têm origem no pecado ou rebelião contra Deus. Todavia no Novo Testamento descobrimos que algumas doenças não foram causadas por qualquer transgressão cometida pela pessoa.
Paulo escreveu certa vez que entregava a Satanás para a destruição de sua carne o homem que tinha pecado, vivendo com a mulher do pai (1 Co 5. 4,5). Isto indica definitivamente que algumas doenças procedem do pecado. A conseqüência do pecado é doença, se o pecado for leve, ou morte se for grave. A julgar pelas palavras de 2 Coríntios 7, este homem não ficou doente ao ponte de morte porque o seu pesar produziu arrependimento que o levou à salvação e não trouxe desgosto (vv. 9, 10). Paulo pediu à igreja em Corinto para perdoar tal homem (2 Co 2. 6,7). Em 1 Corintios 5 é dito para entregar a carne desse homem ( não sua vida) a Satanás; ele devia ficar doente mas não ser morto.
Paulo, além disso, escreveu que os membros da igreja em Corinto, que comiam e bebiam do pão e do cálice do Senhor sem discernir o corpo do Senhor, haviam ficado fracos e doentes e alguns haviam até morrido (1 Co 11. 29,30). Isto revela que a desobediência ao Senhor foi a causa de sua doença.
As Escrituras fornecem informação suficiente no sentido de que muitos (mas não todos) ficam doentes por causa do pecado. Desse modo, a primeira atitude que devemos tomar quando doentes, é nos examinar para determinar se pecamos ou não contra Deus. Pelo exame muitos descobrirão que seus males são na verdade devidos ao pecado; em algum ponto de suas vidas rebelaram-se contra Deus ou desobedeceram à Sua Palavra. Eles se desviaram. Tão logo esse pecado particular for encontrado e confessado, a doença desaparecerá. Incontáveis irmão e irmã no Senhor têm passado por tais experiências. Logo depois da causa ser descoberta diante de Deus a doença se vai. Este é um fenômeno que ultrapassa o conhecimento da medicina.
A doença não surge necessariamente do pecado, porém, grande parte dela tem essa origem. Reconhecemos que muitas moléstias têm causas naturais, mas declaramos igualmente que não podemos atribuir toda doença a causas naturais.
Lembro-me de um irmão, professor numa escola de medicina, que ensinou aos seus alunos: “Temos encontrado muitas explicações naturais para as doenças. Por exemplo: um certo tipo de cocus causa um tipo particular de doença. Como médicos, podemos determinar que tipo de organismo produz tal tipo de enfermidade, mas não temos como explicar porque entre certas pessoas igualmente expostas, algumas são contaminadas enquanto outras permanecem imunes. Suponhamos, por exemplo, que dez pessoas entrem no mesmo cômodo simultaneamente e sejam expostas ao mesmo tipo de cocus. Deveríamos esperar que as mais fracas fossem contaminadas; todavia, pode perfeitamente acontecer que as fracas sejam poupadas e as fortes atacadas. Temos de reconhecer,” ele concluiu, “que além das causas naturais existe o controle da Providência”. Pessoalmente concordo com as palavras desse irmão. Quão frequentemente as pessoas adoecem a despeito de toda medida preventiva.
Também me lembro do que me foi relatado por um dos meus colegas sobre sua experiência na Faculdade Médica de Pequim. Havia um professor na faculdade que tinha muito conhecimento, mas pouca paciência. Por isso, frequentemente fazia perguntas simples nos exames. Uma vez ele perguntou por que as pessoas contraíam a tuberculose. Era uma pergunta bastante simples; porém, muitos falharam em dar a resposta certa. Eles responderam que certo tipo de pessoa tinha o bacilo da tuberculose. Todas as provas que continham esta resposta foram consideradas erradas. O professor explicou que a terra estava cheia de bacilos da tuberculose, mas que nem todos eram abatidos pela tuberculose. É somente sobre certas condições favoráveis, ele lembrou, que estes bacilos causam a doença chamada tuberculose. Os bacilos por si só não podem causar a doença. Muitos estudantes esqueceram a importância dessas condições favoráveis. Estejamos cientes, portanto, que a despeito da presença de muitos fatores naturais, os cristãos só adoecem com a permissão de Deus, dada sob condições apropriadas.
Cremos francamente que existem explicações naturais para a doença; isto tem sido provado cientificamente. Confessamos, todavia, que muitas moléstias entre os filhos de Deus são conseqüências do pecado contra Deus conforme o caso citado em 1 Coríntios onze. É, portanto, essencial pedir primeiro perdão e depois cura. Frequentemente podemos detectar, logo depois de termos sido abatidos com doença, onde transgredimos contra o Senhor ou como temos sido desobedientes à Sua Palavra. Quando o pecado é confessado e o problema resolvido, a doença se vai. Isto é realmente um acontecimento maravilhosíssimo. De forma que o ponto inicial que precisamos conhecer é a relação entre pecado e doença. De forma geral a doença resulta do pecado; e individualmente também, ela pode resultar do pecado.

2. A Obra do Senhor e a doença
“Verdadeiramente Ele tomou sobre Si as nossas enfermidades, e carregou com as nossas dores; e nós O reputávamos por aflito, ferido de Deus, e oprimido. Mas Ele foi ferido por causa das nossas transgressões, e esmagado por causa das nossas iniqüidades” (Is. 53:4,5). De todos os escritos do Velho Testamento este capítulo 53 de Isaias é o mais citado no Novo Testamento. Ele faz referências ao Senhor Jesus Cristo, principalmente como nosso Salvador. O verso 4 afirma que “tomou sobre Si as nossas enfermidades e carregou com as nossas dores”, enquanto que Mateus 8:17 declara que isto aconteceu “para que se cumprisse o que foi dito pelo profeta Isaías, Ele tomou sobre Si as nossas enfermidades, e levou as nossas doenças”. O Espírito Santo indica aqui que o Senhor Jesus veio ao mundo para tomar as nossas enfermidades e carregar as nossas doenças. Anteriormente à Sua crucificação Ele já tinha tomado nossas enfermidades e carregado nossas doenças; isto quer dizer que durante Seu ministério terreno o Senhor Jesus fez da cura Seu encargo e tarefa. Ele não somente pregou, Ele também curou.
Ele pregou as boas novas por um lado, mas por outro fortaleceu o fraco, restaurou a mão mirrada, purificou o leproso e levantou o paralítico. Enquanto estava sobre a terra o Senhor Jesus devotou-Se à realização de milagres como também ao ministério da Palavra. Ela saiu fazendo o bem, curou os doentes e expulsou os demônios. O propósito de Sua obra foi destruir a doença, o resultado do pecado. Ele veio para tratar com a morte e a doença, como também com o pecado.
O salmo 103 é familiar a muitos dos filhos de Deus; eu mesmo gosto muito de lê-lo. Davi proclama: “Bendize, ó minha alma, ao Senhor; e tudo o que há em mim, bendiga o Seu santo nome!” Por que bendizer ao Senhor? “Bendize, ó minha alma, ao Senhor, e não se esqueça de nenhum dos seus benefícios.” Quais são os Seus benefícios? “É Ele quem perdoa todas as tuas iniqüidades, e quem cura todas as tuas enfermidades” (vv.1-3). Desejo que os irmãos e irmãs vejam que a doença está associada com dois elementos: morte por um lado, e pecado do outro. Mencionamos anteriormente como a morte é o resultado do pecado, com a doença incluída nela. Tanto a doença como a morte brotam do pecado. Aqui no Salmo 103 vemos que a doença está associada com o pecado. Por causa do pecado na alma existe doença no corpo. Junto com o perdão da nossa iniqüidade vem a cura da nossa doença. O problema no corpo é o pecado por dentro e a doença por fora. Mas o Senhor Jesus tira ambos.
Todavia, existe uma diferença básica entre o tratamento de Deus para com a nossa iniqüidade e o Seu tratamento da nossa doença. Por que esta diferença? Nosso Senhor carregou nossos pecados em Seu corpo sobre a Cruz. Algum pecado permanece sem perdão? Nenhum absolutamente, pois a obra de Deus é tão completa que o pecado é totalmente destruído. Mas quanto ao tomar nossas enfermidades e carregar nossas doenças enquanto Ele vivia na terra, o Senhor Jesus não erradicou todas as doenças e todas as enfermidades. Pois observe que Paulo nunca diz: “quando peco então estou santificado,” mas, ele declara que “quando estou fraco, então sou forte” (2 Co. 12:10). Portanto o pecado é tratado completa e ilimitadamente enquanto que a doença o é em parte.
Na redenção de Deus o tratamento da doença é diferente do tratamento do pecado. Com o último, sua destruição é totalmente limitada; com o anterior não é assim. Timóteo, por exemplo, continuou tendo um estômago fraco. O Senhor permitiu que esta doença permanecesse com Seu servo. Assim na salvação de Deus a doença não foi erradicada tão completamente como o pecado. Alguns afirmam que o Senhor Jesus trata somente com o pecado e não com a doença também; outros imaginam que a esfera do Seu tratamento da doença é tão ampla e inclusiva quanto o Seu tratamento do pecado. Todavia, as Escrituras manifestamente indicam a nós que o Senhor Jesus trata tanto com o pecado como com a doença; só que Seu tratamento com o pecado é ilimitado, enquanto que com a doença é limitado. Devemos contemplar o Cordeiro de Deus tirando todo o pecado do mundo. Ele carregou o pecado de cada uma e de todas as pessoas. O problema do pecado, portanto, já está resolvido. Entretanto a doença ainda penetra os filhos de Deus.
Porém, nós asseveramos que visto o Senhor Jesus ter realmente levado nossas doenças, não deveria haver tanta enfermidade como há entre os filhos de Deus. Enquanto Jesus esteve na terra Ele indubitavelmente dedicou-Se à cura dos doentes. Ele incluiu a cura em Sua obra. Isaias 53:4 cumpriu-se em Mateus 8, não em Mateus 27. Ela foi realizada antes do Calvário. Tivesse sido realizada na cruz, a cura seria ilimitada. Mas não, o Senhor Jesus levou nossas antes de Sua crucificação, com o resultado de que este aspecto da Sua obra não é ilimitado como foi o carregar dos nossos pecados por Ele.
Mesmo assim, inúmeros santos permanecem doentes porque perderam a oportunidade de serem curados. Deixe-me acrescentar mais algumas palavras sobre este ponto. A menos que tenhamos a segurança que Paulo teve após orar três vezes, de que sua fraqueza permaneceria porque seria útil para ele, nós devemos pedir a cura. Paulo só aceitou sua fraqueza depois de orar pela terceira vez e de lhe ter sido mostrado distintamente pelo Senhor que Sua graça era suficiente para ele e que Sua força seria aperfeiçoada em sua fraqueza. Até que tenhamos certeza de que Deus quer que levemos nossa fraqueza, nós devemos pedir ousadamente que o Senhor mesmo a leve e tire nossa doença. Os filhos de Deus vivem sobre a terra não para ficar doentes, mas para glorificar a Deus. Se ficarem doentes e trouxerem glória a Deus, isso é ótimo; mas muitas doenças não O glorificam necessariamente. Consequentemente devemos aprender a confiar no Senhor enquanto doentes e devemos reconhecer que Ele carrega nossa doença também. Ele curou um grande número de pessoas enquanto estava na terra. E Ele é o mesmo ontem, hoje e para sempre. Entreguemos nossa enfermidade a Ele e peçamos a Ele pela cura.

3. A Atitude do crente para com a doença
Toda vez que o cristão ficar doente, a primeira coisa a fazer é investigar a causa do mal diante do Senhor, não devendo ficar ansioso demais pela cura. Paulo estabelece um bom exemplo nos mostrando como ele conhecia bem a sua fraqueza. Devemos examinar se temos desobedecido ao Senhor, se pecamos em algum lugar, se devemos algo a alguém, se violamos alguma lei natural, ou negligenciamos alguma obrigação especial. Devemos saber que nossa quebra da lei natural, frequentemente pode constituir pecado contra Deus, pois é Deus quem estabelece estas leis naturais pelas quais governa o universo. Muitos têm medo de morrer; quando adoecem buscam apressadamente os médicos, porque estão ansiosos para serem curados. Esta não deve ser a atitude do cristão. Ele deve primeiro procurar isolar a causa de sua doença. Infelizmente quantos irmãos e irmãs não possuem qualquer paciência. No momento em que adoecem eles procuram pelo remédio. Você está tão temeroso de perder sua preciosa vida que através da oração você se apega a Deus para a cura, mas simultaneamente se apega ao médico para os remédios e injeção? Isto revela quão cheio do “eu” você está. Mas como poderia estar menos cheio do “eu” na doença se nos dias comuns você está cheio do “eu”? Aqueles que geralmente estão cheios do “eu”, serão aqueles que buscarão ansiosamente pela cura tão logo fiquem doentes.
Posso lhes dizer que a ansiedade de nada vale? Visto que você pertence a Deus, sua cura não é tão simples. Mesmo que você seja curado desta vez, ficará doente de novo. É preciso que se resolva o problema diante de Deus primeiro; e depois poderá ser resolvido o problema no corpo.
Aprenda a aceitar qualquer lição que a doença possa lhe trazer. Porque se você tiver tratos com Deus, muitos dos seus problemas serão resolvidos rapidamente. Você descobrirá que frequentemente sua doença é devida a algum pecado ou falta. Após confessar seu pecado e pedir perdão, você pode esperar a cura de Deus. Ou, se você tiver avançado um pouco mais com seu Senhor, talvez possa discernir que o ataque do inimigo está envolvido nisso. Ou a questão da disciplina de Deus pode estar associada com sua falta de saúde. Deus corrige com doença para torná-lo mais santo, mais maleável ou submisso. Quando você trata destes problemas diante de Deus, poderá ver a razão exata de sua enfermidade. Algumas vezes Deus poderá permitir que você receba alguma ajuda médica, mas em outras Ele poderá curá-lo instantaneamente sem tal assistência.
Devemos ver que a cura está nas mãos de Deus. Aprenda a confiar Naquele que cura. No Velho Testamento Deus tem um nome especial que é: “Eu sou o Senhor, teu curador” (Ex 15:26). Busque-O e Ele será gracioso para com os Seus nesta questão particular.
O passo inicial que o crente deve, portanto, dar quando fica doente, é descobrir a causa; depois ele pode recorrer a vários e diferentes modos de cura, um dos quais é chamar os presbíteros da igreja para orar e ungi-lo com óleo. Esta é a única ordem na Bíblia com respeito à doença.
“Está doente alguém entre vós? Chame os anciãos da igreja, e estes orem sobre ele, ungindo-o com óleo em nome do Senhor; e a oração da fé salvará o doente, e o Senhor o levantará; e, se houver cometido pecados, ser-lhe-ão perdoados” (Tg 5:14,15).
Não se apresse em buscar a cura, mas antes tenha tratos com Deus no início. Uma das coisas a ser feita é chamar os anciãos da igreja para ungir você com óleo. Isto fala do fluir do óleo do Cabeça a você, como um dos membros do corpo. O óleo que o Cabeça recebe, corre pelo corpo inteiro. Como membro do corpo de Cristo, alguém pode esperar que o óleo no Cabeça flua até ele. Onde a vida flui, a doença é levada. O propósito da unção é, portanto, trazer o óleo do Cabeça. Através da desobediência, do pecado, ou talvez por alguma outra razão, o crente colocou-se fora da circulação do corpo e separou-se da vida do corpo. Por conseguinte ele precisava chamar os anciãos da igreja para reinstalá-lo na circulação e no fluxo da vida do corpo de Cristo. Acontece exatamente como no corpo físico; pois quando algum dos seus membros está prejudicado a vida do corpo não pode fluir livremente para ele. De forma que a unção é para restaurar tal fluxo. Os anciãos representam à igreja local; eles ungem o crente em nome do corpo de Cristo a fim de que o óleo do Cabeça possa fluir para ele novamente. Que venha o óleo do Cabeça sobre aquele membro através do qual a vida tem sido obstruída! Nossa experiência nos diz que tal unção pode levantar instantaneamente o que está seriamente doente.
Algumas vezes alguém identifica a explicação para sua doença como sendo individualismo. Esta pode ser a causa principal da doença. Alguns cristãos são altamente individualistas. Eles fazem tudo conforme sua própria vontade. Fazem tudo por si mesmos. Se a mão de Deus vem sobre eles, eles adoecem, porque o suprimento do corpo não atinge tais membros. Eu não ouso simplificar demais estes assuntos. As causas para a doença podem ser muitas e variadas. Uma doença pode ser por desobedecer ao mandamento do Senhor, recusa em realizar Sua vontade; outra pode ser por algum pecado particular cometido; mas outro ainda pode ser uma conseqüência de individualismo. No caso de certos indivíduos Deus passa por cima e não disciplina; mas especialmente no caso daqueles que conhecem a igreja, Ele os corrige com doenças caso comecem a agir independentemente. O Senhor não deixará que estes sigam sem alguma disciplina.
É possível também que a enfermidade seja a conseqüência de um corpo maculado. Se alguém profanar seu corpo, Deus destruirá esse templo. Muitos estão enfermos porque corrompem seus corpos.
Em resumo, portanto, dizemos que nenhuma doença acontece sem uma causa. Se um cristão contrai uma doença ele deve tentar localizar sua causa ou causas. Depois de confessá-las uma a uma diante de Deus, ele deve chamar os anciãos da igreja para que possam confessar uns aos outros e orar uns pelos outros. Os anciãos ungirão o doente com óleo para que a vida do corpo de Cristo possa ser-lhe restaurada. O influxo da vida fará desaparecer a doença. Cremos nas causas naturais, mas adicionalmente devemos afirmar que as causas espirituais têm prioridade sobre as naturais. Se as espirituais forem cuidadas, a doença será curada completamente.

4. A correção de Deus e a doença

Um fato maravilhoso é encontrado na Bíblia: é relativamente fácil que um “pagão” seja curado, mas a cura do cristão não é tão fácil. O Novo Testamento nos mostra claramente que sempre que um incrédulo buscar o Senhor ele é curado imediatamente. O dom da cura é dado tanto aos irmãos quanto aos não crentes. Todavia, a Bíblia fala de alguns crentes que não são curados; entre eles estão Trófimo, Timóteo e Paulo. E estes são os melhores entre os irmãos. Paulo deixou Trófimo doente em Mileto (2 Tm 4:20). Ele exortou Timóteo para que usasse um pouco de vinho por causa do seu estômago e das suas freqüentes enfermidades (1 Tm 5:230. o PRÓPRIO Paulo experimentou um espinho na carne, que o fez sofrer muito, sendo reduzido a grande fraqueza (2 Co 12:7). Seja qual for a natureza do espinho, problema nos olhos ou alguma outra doença, ela maltratava sua carne. Há pessoas que sentem grande incômodo quando um simples dedo é ferido por um espinho. O de Paulo, todavia, era um espinho enorme. Ele o incomodou tanto que só podia descrever sua condição física como fraqueza. Os três que foram citados, são irmãos por excelência, porém, nenhum foi curado. Eles tiveram de suportar a doença.
É evidente que a doença difere bastante do pecado em suas conseqüências. O pecado não produz nenhum fruto de santidade, mas a doença sim. Quanto mais uma pessoa peca, mais corrupta se torna; a doença, porém, produz o fruto da santidade porque a mão disciplinar de Deus está sobre o doente. Sob tais circunstâncias convém que o filho de Deus aprenda como submeter-se à potente mão de Deus.
Se alguém está doente deve tratar de toda causa da sua doença diante do Senhor. Se depois de tratar de tudo, a mão de Deus ainda permanecer sobre ele, ele deve então entender que esta enfermidade tem o propósito de refreá-lo para que não seja orgulhoso, libertino ou por alguma outra razão. Ele deve aceitá-la e aprender sua lição. Ficar doente não terá valor se a lição não for aprendida. A doença por si só, não torna um homem santo, mas o fato de aceitar sua lição produz santidade. Alguns pioram espiritualmente durante a doença; tornam-se mais egocêntricos. É por isso que o indivíduo deve descobrir a lição nessas ocasiões. Que proveito ou fruto pode ser extraído dela? A mão de Deus está sobre mim para me manter mais humilde como Ele fez com Paulo, “para que não me exaltasse pela excelência das revelações” (2Co 12:7)? Ou é porque Deus deseja enfraquecer meu individualismo obstinado? Qual a utilidade da doença se ela não induz a aprender a lição da fraqueza? Muitos estão doentes em vão porque jamais aceitam o tratamento do Senhor para seus problemas particulares.
Não olhe para a doença como sendo algo terrível. Na mão de quem está essa faca? Lembre-se que está na mão de Deus. Por que devemos ficar ansiosos por nossa enfermidade como se estivesse na mão do inimigo? Saiba que Deus mediu todas as nossas doenças. Para ser correto, Satanás é o originador delas; é ele quem torna as pessoas doentes. Todavia, todos os que leram o livro de Jó reconhecem que isso é apenas através da permissão de Deus e está completamente sob a restrição de Deus. Sem a permissão de Deus, Satanás não pode tornar ninguém doente. Deus permitiu que Jó fosse atacado por uma doença, mas observe que Ele não permitiu que o inimigo tocasse em sua vida. Por que então, ficamos tão agitados, tão cheios de desespero, tão ansiosos para sermos curados, tão temerosos de morrer quando somos abatidos pela doença?
Sempre é bom ter em mente a lembrança de que a doença está na mão de Deus. Ela foi medida e limitada por Ele. Depois que Jó cumpriu o curso da sua prova, sua doença terminou, pois tinha realizado seu propósito nele – “Ouvistes da paciência de Jó, e vistes o fim que o Senhor lhe deu, porque o Senhor é cheio de misericórdia e compaixão” (Tg 5:11).
Que vergonha tantos doentes sem reconhecer o propósito da doença e sem aprender sua lição. Todas as enfermidades estão na mão do Senhor e são medidas para nós, para que possamos aprender nossas lições. Quanto mais cedo aprendemos, mais rápido estas enfermidades passarão.
Falando francamente, muitos estão doentes porque amam demais a si mesmos. A menos que o Senhor remova este amor-próprio dos seus corações, Ele não pode usá-los. Portanto devemos aprender a ser aqueles que não amam a si mesmos. Algumas pessoas não pensam em mais nada senão em si mesmas. O universo inteiro parece revolver ao redor delas. Elas são o centro da terra e do universo. Dia e noite estão ocupadas consigo mesmas. Toda criatura existe para elas e tudo roda ao seu redor. Até mesmo Deus, nos céus, é para elas, Cristo é para elas, a igreja também. Como Deus pode destruir tal egocentrismo? Por que algumas doenças são difíceis de serem curadas? Quão propositalmente solicitam a condolência dos homens! Se rejeitassem a condolência humana, suas doenças logo seriam curadas.
Um fato notável é que muitos estão doentes porque gostam de ficar doentes. Na doença recebem a atenção e o amor que comumente não desfrutam na saúde. Eles frequentemente se tornam doentes para que possam habitualmente ser amados. Tais pessoas precisam ser repreendidas severamente; se estivessem dispostas a receber o tratamento de Deus nesta questão particular logo ficariam boas.
Conheço um irmão que sempre esperava amor e bondade dos outros. Sempre que lhe perguntavam sobre seu bem-estar, ele habitualmente respondia com queixas sobre sua fraqueza física. Ele dava um relatório detalhado de quantos minutos sofreu com febre, quanto tempo durou a dor de cabeça, quantas vezes por minuto respirou e quão irregular era a batida do seu coração. Ele vivia em constante desconforto. Gostava de contar às pessoas sua angústia para que pudessem se compadecer dele. Nada tinha para relatar senão sua história de doença interminável. E às vezes queria saber por que não era nunca curado.
É difícil falar a verdade e algumas vezes pode custar caro. Um dia me senti fortalecido interiormente para lhe dizer candidamente que sua longa doença era devida ao seu amor pela enfermidade. Ele naturalmente negou-o. Todavia eu continuo apontando a ele: você tem medo que sua doença o deixe. Você se apega à condolência, amor e cuidado. Visto que não pode conseguir estas coisas de outra forma, você as obtém ficando doente. Deve livrar-se desse desejo egoísta antes que Deus possa curá-lo. Quando as pessoas perguntarem como está, deve aprender a dizer que “tudo está bem”. Seria isto mentir quando não passou bem a noite? Lembre-se da história da mulher em Sunem. Ela deitou o filho morto na cama do homem de Deus e foi ver Eliseu. Quando lhe foi perguntado: “Vais bem? Vai bem teu marido? Vai bem teu filho? Ela respondeu: Vai bem” (2 Reis 4:26). Como podia ela dizer isso, sabendo que a criança já havia morrido e estava deitada sobre a cama de Eliseu? Porque ela tinha fé. Ela cria que Deus ia ressuscitar seu filho. Assim você deve crer hoje também.
Seja qual for a causa, intrínseca ou extrínseca, a doença terminará quando Deus tiver alcançado Seu propósito. Pessoas como Paulo, Timóteo e Trófimo são exceções. Embora suas doenças fossem prolongadas, eles reconheciam que isto era útil para sua obra. Eles aprenderam como cuidar de si para a glória de Deus. Paulo persuadiu Timóteo a tomar um pouco de vinho e tomar cuidado com o que comia e bebia. A despeito da fragilidade deles a obra de Deus não foi negligenciada. O Senhor lhes deu graça suficiente para vencer suas dificuldades. Paulo trabalhou em fraqueza. Lendo seus escritos podemos facilmente concluir que ele realizou tanto quando dez pessoas poderiam fazer. Deus usou este homem fraco para exceder a dez pessoas fortes. Embora seu corpo fosse frágil, Deus, entretanto, lhe deu força e vida. Estes, porém, são exceções na Bíblia. Alguns dos vasos especiais de Deus podem receber o mesmo tratamento. Mas os soldados rasos principalmente os iniciantes, devem examinar se pecaram; e após confessar seus pecados verão suas doenças imediatamente curadas.
Finalmente, desejo que vocês vejam diante do Senhor que algumas vezes Satanás pode desfechar ataques repentinos, ou vocês quebram involuntariamente alguma lei natural. Ainda assim pode levar isso diante do Senhor. Se for ataque do inimigo, repreenda em nome do Senhor. Certa vez uma irmã ficou prostrada com febre. Depois de descobrir que era um ataque satânico, ela a repreendeu em nome do Senhor e a febre a deixou. Se você violar uma lei natural colocando sua mão no fogo, certamente ficará queimado. Cuide bem de você. Não espere até ficar doente para confessar sua negligência. É importante cuidar do seu corpo durantes os dias comuns.

5. O modo de buscar a cura
Como devem os homens buscar a cura diante de Deus? Três sentenças no Evangelho de Marcos são dignas de serem aprendidas. Eu as considero muitíssimo úteis, pelo menos o são para mim. A primeira menciona o poder do Senhor; a segunda a vontade do Senhor; e a terceira a ação do Senhor.
a) O Poder do Senhor: “Deus pode”. “E Jesus perguntou ao pai dele: Há quanto tempo sucede-lhe isto?” E ele disse: “Desde a infância. E muitas vezes o tem lançado no fogo e na água para destruí-lo; mas se podes fazer alguma coisa, tem compaixão de nós e ajuda-nos.” E Jesus disse a ele: “Se podes! Tudo é possível ao que crê” (9.21-23). O Senhor simplesmente repetiu as três palavras que o pai da criança havia pronunciado. O pai clamou: “Se tu podes, ajuda-nos.” O Senhor Respondeu: “Se tu podes! Ora, todas as coisas são possíveis ao que crê”. O problema aqui não é “se tu podes”, mas “se tu podes crer”.
Não é verdade que o primeiro problema que surge com a doença é uma dúvida quanto ao poder de Deus? Sob um microscópio o poder da bactéria parece ser maior do que o poder de Deus. Raramente o Senhor interrompe as pessoas quando ainda estão falando, mas aqui Ele parece como que irado. (Que o Senhor me perdoe por falar assim!). Quando Ele ouviu o pai da criança dizer “se tu podes, tem compaixão e ajuda-nos”. Ele bruscamente reagiu dizendo: “Por que dizes, se tu podes? Todas as coisas são possíveis ao que crê. Na doença a questão não é se eu posso ou não, mas se você crê ou não”.
O passo inicial para o filho de Deus dar na doença, portanto, é levantar a cabeça e dizer: “Senhor, Tu podes!”. Você se lembra com certeza, do primeiro estágio da cura do paralítico pelo Senhor? Ele perguntou aos fariseus: “Qual é mais fácil? Dizer ao paralítico: ‘Perdoados estão os teus pecados, ’ ou dizer: ‘Levanta-te, toma o teu leito, e anda’?” (Mc 2:9). Os fariseus naturalmente pensaram que era mais fácil dizer que os pecados estão perdoados, pois quem poderia provar se estavam ou não? Mas as palavras do Senhor e seus resultados mostraram a eles que Ele podia curar as doenças e perdoar pecados. Ele não perguntou qual era mais difícil, mas qual era mais fácil. Para Ele, ambos eram igualmente fáceis. Para o Senhor era tão fácil ordenar ao paralítico que se levantasse e andasse, quanto perdoar os seus pecados. Para os fariseus ambos eram difíceis.
b) A Vontade do Senhor: “Deus quer”.
Sim, Ele realmente pode, mas como posso saber se Ele quer? Eu não conheço Sua vontade; talvez Ele não queira curar-me. Esta é outra história que lemos em Marcos novamente. “E veio a ele um leproso que, de joelhos, lhe rogava dizendo: ‘Se quiseres, bem podes tornar-me limpo’. Jesus, pois, compadecido dele, estendendo a mão, tocou-o e disse-lhe: ‘Quero, sê limpo’” (Mc 1:40,41).
Não importa quão grande seja o poder de Deus. Se Ele não tiver o desejo de curar, Seu poder não me ajudará. O problema a ser resolvido no início é: Deus pode?; O segundo é: Deus quer? Não existe doença tão impura quanto a lepra. É tão impura que segundo a lei qualquer pessoa que tocasse num leproso tornava-se impura. Todavia o Senhor tocou o leproso e lhe disse: “Eu quero”. Se Ele quis curar nossas doenças. Podemos proclamar com intrepidez: “Deus pode” e “Deus quer”.
c) A Ação do Senhor: “Deus fez”.
Deus deve fazer mais uma coisa. “Em verdade vos digo que qualquer que disser a esse monte. Erga-te e lança-te ao mar; e não duvidar em seu coração, mas crer que se fará aquilo que diz, assim lhe será feito. Por isso vos digo que tudo o que pedirdes, em oração, creia que o recebestes, e tê-lo-eis” (Mc 11:23,24). O que é fé? A fé crê que Deus pode, Deus quer, e Deus fez. Se você crer que recebeu, você o receberá. Se Deus lhe der sua Palavra, você pode agradecer a Ele dizendo: “Deus me curou; Ela já o Fez!”
Muitos crentes esperam ser curados. A esperança considera as coisas do futuro, mas a fé trata com o passado. Se crermos realmente, não esperaremos por vinte ou cem anos, mas nos levantaremos imediatamente e diremos: “Graças a Deus, Ele me curou. Graças a Deus, eu recebi. Graças a Deus, estou limpo! Graças a Deus, estou bem”. Uma fé perfeita pode proclamar que Deus pode, Deus quer e que Deus fez.
A fé trabalha com o que “é” e não com o “desejo”. Permita-me usar uma simples ilustração. Suponhamos que você pregue o evangelho e alguém professe que creu. Pergunte a ele se está salvo, e se ele responder que espera ser salvo, então você sabe que sua resposta é inadequada. Se ele disser: serei salvo, a resposta ainda está incorreta. Mesmo que ele responda dizendo: acho que serei definitivamente salvo, ainda está faltando algo. Mas quando ele responde: eu estou salvo, você sabe que ele está certo. Se alguém crê, então ele está salvo. Toda fé trata com o passado. Dizer eu creio que serei curado não é a verdadeira fé. Se ele crê, agradecerá a Deus e dirá: Eu recebi a cura.
Retenha estes três passos: Deus pode, Deus quer, Deus fez. Quando a fé possuída pelo homem chega ao terceiro estágio, a doença se vai.

Cristo X a Religião dos Homens

Extraído do Blog Alimento Sólido
Espero que o que vai ser compartilhado com os amados irmãos possa, mediante a graça do Senhor, ajudar a modificar a situação das Igrejas do nosso País.
Este blog tem a certeza que está ministrando a homens conscientes da necessidade de uma restauração das igreja fazendo-as retornar a pura palavra de Deus, a fim de que através da palavra de Deus encontre os princípios que regem a Igreja do Senhor Jesus nesta terra.
Não vou me deter em detalhes doutrinários ou responder as mais diversas bases teológicas, mas simplesmente dar o alerta, tocar a trombeta para aquele que tiver ouvidos que ouça o que o Espírito diz as igrejas.
Me dirijo especialmente a todos que sentem a sua responsabilidade na causa do Senhor a todos que tem algum tipo de encargo ou responsabilidade pelo rebanho do Senhor.
Tenho falado muito sobre crescimento espiritual e de como obter a maturidade espiritual e creio que este momento é o momento oportuno para compartilhar sobre a situação das Igrejas no Brasil e no mundo. Mesmo sabendo que irei ser mal interpretados mesmo assim desejo ser fiél ao nosso Deus, não querendo agradar a homens mas agradar ao nosso Deus.
E antes que você se levante para se opor ao que vai ser dito, faça o favor, leve humildemente diante do Senhor tudo o que vai ser compartilhado. Amém.
Ao iniciar este importante assunto para a vida das Igrejas do Brasil e no mundo, quero dizer que a história ao lado da palavra de Deus é a grande mestra sobre os assuntos da igreja de hoje, da igreja dos nossos dias.
O nosso Deus tem permitido que o acervo da história registre as lutas, os gemidos e as agonias que homens e mulheres de Deus travaram e experimentaram no firme desejo de servir ao Senhor.
O nosso Deus também permitiu que a pena dos historiadores fosse realmente implacável ao descrever as divisões doutrinárias, o orgulho, o autoritarismo e as divisões que marcaram profundamente a igreja dos séculos passados bem como do presente.
A verdade é que muitos fiéis homens de Deus do passado pagaram o preço para que hoje tenhamos a palavra, a fé e os ensinamentos preservados até nossos dias pelo poder do Espírito Santo do nosso Deus, capacitando homens que realmente viveram exclusivamente para o nosso Deus.
Foram homens guardadores da fé ,aguardando todas as coisas. Em At 3:21 nos diz: “Ao qual é necessário que o céu contenha Cristo até os tempos da restauração de todas as coisas de que Deus falou por boca dos seus profetas desde a antigüidade.”Portanto amados irmãos não podemos desprezar que homens do passado estiveram em alerta, tapando a brecha, pagando o preço, alguns até mesmo ignorados no processo histórico, prepararam o caminho para a restauração da igreja que hoje todos nós também anelamos, quer consciente ou inconscientemente, você sabe que algo necessita ser restaurado.
Estamos bastante cientes de que o Senhor não tem prazer em que rememoremos os fracassos de seu povo ou que fiquemos a lamentar sobre os fracassos do passado.
Mas procurando me esquivar de detalhes, quero mostrar alguns pontos importantes aos nossos amados irmãos, sobre a história passada da igreja e também que sirva de advertência para os nossos dias.
Ø Em primeiro lugar no período que foi do ano 30 a 100 d.C a igreja é um instrumento poderoso que minou o império romano trazendo Jesus como Kyrios ou seja o Senhor para o mundo. Entretanto logo após a morte do apóstolo João tudo indica que o poder começou a cair na igreja, inclusive Nero e suas perseguições foram neste período muito grandes e implacáveis.
- Por volta de 130 d.C desaparece o ministério profético e a falta da imposição de mãos. Por volta de 150 d.C começa desaparecer muitas evidências do estar cheio do Espírito Santo e dos dons espirituais e o povo já não tinha um encontro vivo com o Espirito.
- Por volta de 160 d.C desaparece a pluralidade de presbíteros e começa então os bispos monárquicos.
- Por volta de 180 d.C as igrejas perdem autonomia como igrejas locais.
- Por volta de 200 d.C as igrejas já não dão muito valor ao batismo nas águas e pouco antes por volta de 185d.C há o primeiro registro de batismo de crianças.
- Por volta de 210 d.C começa uma grande distinção entre o clero e os leigos, o clero passa a ser os sacerdotes.
- Por volta de 225 d.C foram criados os credos de fé para se receber novos membros nas igrejas.
- Por volta de 240 d.C o mundanismo entrou na igreja, a vida de santidade tornou-se irreal para muitos.
- Por volta de 313 d.C Constantino tornou-se o governador do grande império romano e escolheu o cristianismo como a melhor das religiões. O estado e a igreja se tornaram um.
- Por volta de 350 d.C o cristianismo se transforma na religião oficial do império e todos que não pertencem a igreja foram perseguidos. Neste ponto perdeu-se a ênfase de ser aceito pela igreja pela salvação ou justificação pela fé.
- Por volta de 380 d.C Teodósio fez de Roma a capital do império religioso e autoridade final sobre o assunto religioso.
- No ano de 392 d.C Teodósio declara que toda forma de adoração fora da igreja deveria ser punido com a morte.
- De 400 a 484 o rito do batismo perdeu o seu valor e o clero estava isento de impostos.
Acredito que até aqui já temos dados suficientes para vermos como o declínio da igreja foi terrível. Por isso amados irmãos teremos que pular quase 800 anos da história para começarmos a ver os ventos de restauração da igreja do Senhor, aleluia Ele é que restaura o seu povo.
Vamos mencionar alguns dos principais acontecimentos que contribuíram para a renovação da igreja do Senhor e que tem alcançado até os nosso dias.
- De 1182 a 1223d.C surge o período de Francisco de Assis. Francisco procura voltar aos princípios de Mateus 5,6,7. Começa uma vida piedosa, abandona as riquezas e passa a pregar aos pobres e desamparados e a viver uma vida simples. É o primeiro alvorecer da reforma. Junto com Francisco de Assis surgiu Pedro Valdo que deu origem aos Valdenses excomungados da igreja católica romana, organizaram-se traduzindo a bíblia na linguagem do povo e distribuíram porções bíblicas ao povo.
- Por volta de 1375d.C João Wyeliff em meio a problemas políticos religiosos entre Inglaterra e Roma prega que não deve haver distinção entre o clero e o povo e combate a transubstanciação. Havia um vento de reforma na Europa, havia um desejo por uma volta a Deus e a sua palavra. É neste momento que surgem os anabatistas e os menonitas, separando-se da igreja católica.
- Por volta de 1492 a 1559 d.C Meno Simons, e Martinho Lutero, trazem a justificação pela fé.
- Por volta de 1731 d.C o conde Zinzendorf na Saxônia amparou os irmãos da bondade obra de Jonh Hus da Tchecoslováquia. Irmãos esses perseguidos da moravia por causa da sua fé.
- De 1731 a 1791 d.C João Wesley é levado a conhecer o Senhor pelos moravianos e daí surge a herança pentecostal.
- De 1828 a 1829 Jonh Nelson Darby na Inglaterra, conhecido como movimento dos irmãos. Esse movimento produziu grandes homens como Willian Kelly, Mckintosh e Darby.
- Por volta de 1865 surge na América um homem que após uma profunda experiência de cura divina começa a pregar e a evangelizar. Simpson organiza a aliança cristã e missionária, aqui inicia-se mais diretamente a pregar-se o enchimento com Espírito Santo e a cura divina para os enfermos.
- No início do séculoXX o movimento pentecostal era puro, era sádio sem razão denominacional, realmente uma verdadeira igreja. Aquilo que hoje se conhece esta distante dos relatos da história.
Queridos e amados irmãos, hoje temos de cuidar, temos de vigiar para não cairmos nos mesmos erros dos homens do passado.
O que deixaremos para a geração que nos sucederá, a fim de que não errem como no passado? O que devemos fazer para não perdermos de vista a visão da igreja sem sermos um grupo fechado, sectário, orgulhoso, mundano e sem o Espírito.
Nossos pais erraram por que lhes faltou visão mais clara uma revelação mais clara sobre o que realmente é a igreja ; que a igreja é um ato soberano do nosso Deus para cumprir a sua economia para cumprir o seu plano e seu supremo propósito.
Infelizmente ainda hoje no século XXI a quase 2000 anos de história da igreja a quase 2000 anos da morte e ressurreição do Senhor Jesus, no qual pagou alto preço pela sua igreja, apesar de todo este tempo muitos de nós crentes muitos de nós cristãos muitos de nós filhos de Deus ainda estamos confusos acerca da igreja.A pergunta que mais se houve por ai é: qual é a igreja certa? Qual e a igreja certa? Qual é a igreja certa? Existem dezenas de denominações nas cidades, e centenas de denominações no estado e existem milhares de denominações no mundo e o pior que todas presumem ser a igreja verdadeira.
Esta palavra este compartilhar é um alerta , é um apelo aos que desejam ser verdadeiros cooperadores de Deus.
Será que o Senhor Jesus queria deixar seus discípulos em uma tal confusão? Amados irmãos quando estivermos no céu, serão toleradas as seitas, será que serão toleradas as divisões?
É claro, certamente que não é a resposta que se houve. Mas por ventura agora neste momento já não estamos ressuscitados e assentados com ele nos céus.
Conf. Ef 2:6: “E juntamente com Ele Cristo Jesus nos ressuscitou, e nos fez assentar nos lugares celestiais com Cristo Jesus.”
Portanto o corpo ressurreto de Cristo Jesus é um só corpo, composto de todos crentes de cada nação. E estamos assentados nos céus.
Em Jo 17:24 nos diz que todos os que crêem são um com Cristo nos lugares celestiais.
Que Deus o nosso Deus condena a divisão, nenhum dos que se submetem a autoridade da palavra de Deus irá negar.
O apóstolo Paulo diante do primeiro sinal ou embrião das divisões, disse em ICo 1:10-13: “Rogo, porém irmãos pelo nome do nosso Senhor Jesus Cristo, que digais todos uma mesma coisa, e que não haja entre vós divisões... cada um de vós diz: eu sou de Paulo, e eu de Apólo e eu de Cefas, e eu de Cristo, esta porém Cristo dividido?"Tenho absoluta certeza quanto a vontade do Senhor nestes dias, quando cada um diz: eu sou de ROMA, eu sou LUTERANA, eu sou ASSEMBLEIANA, eu sou METODISTA. eu sou EXÉRCITO DA SALVAÇÃO, eu sou LUZ PARA OS POVOS, eu sou ADVENTISTA, eu sou QUADRANGULAR, eu sou da GRAÇA, eu sou da CHAMADA MISSIONÁRIA, eu sou sou BATISTA, eu sou UNIVERSAL.
Amados irmãos Deus roga a todos os crentes, pela glória e preeminência do nome do Senhor Jesus que não haja divisões.
Deus não tolera nenhum nome ou divisão.
Permitir qualquer outro nome que não seja o nome de Cristo Jesus é rebaixar seu bendito nome. Se a vontade de Deus é que não haja divisões, como podemos pertencer a qualquer delas, ou como poderemos apoiar qualquer divisão, sem estar desobedecendo a vontade de Deus, tendo diante de você a santa palavra do nosso Deus.
E ainda para que não haja engano o Espírito de Deus fala de novo sobre o tema dizendo: “porque ainda sois carnais, pois havendo entre vós inveja contenda, divisões não sois porventura carnais.”
Se você querido irmão faz parte de um cisma., se você querido irmão faz parte de uma divisão no corpo de Cristo, lamento te dizer você ainda é carnal você não é espiritual.
Efésios 4:1-4 nos diz que há um só Corpo um só Espírito.
Todos os crentes são um nO Cristo ressuscitado, e a vontade de Cristo Jesus é que essa unidade seja manifestada ao mundo inteiro. Em Jo 17:21-23 diz que: “Para que todos sejam um, como tu ó pai o és em mim e eu em ti que também eles sejam um em nós para que o mundo creia.”
E outra vez diz: “Eu neles, e tu em mim, para que eles sejam perfeitos em unidade, e para que o mundo conheça que tu me enviaste a mim, e que os tem amado a eles como me tens amado a mim.”
Amados irmãos em lugar de divisões terrenas e discórdias, o bendito Senhor deseja que nós manifestemos ao mundo nossa unidade com Ele. Apesar do fracasso dos nosso dias, não estamos dispensados da fidelidade a Cristo Jesus, não podemos pertencer ou nos identificar com qualquer coisa que desonre a ele ou seja contrário a sua vontade.Até agora amados irmãos tenho demonstrado não só pela história da igreja mas também pela palavra que as divisões são inteiramente contrárias a vontade do Senhor. Portanto todo crente que deseja andar em conformidade com a palavra de Deus deverá separar-se de todas as divisões do corpo de Cristo.
O que estou apresentando aqui é um caminho que já tem sido percorrido por muitos servos de Deus, é um caminho difícil, porém quando é que foi fácil a senda da fé?
Esse foi o caminho dos profetas de Deus para edificação do seu tabernáculo, da sua casa espiritual que somos nós.
Estamos em tempos perigosos. Aquilo que é mau se chama bom.; ao que é bom se chama mau. Podemos perceber que muito do que é chamado cristandade hoje é apenas a religiosidade do homem. O que o homem precisa não é de religião, mas da pessoa viva do Filho de Deus.
Encerrando quero dizer que é um grande erro supor que por nos separarmos de toda divisão denominacional somos melhores do que outros queridos irmãos filhos de Deus que estão nas divisões. Não! Longe de nós pensar isso!!!
É simplesmente porque o filho de Deus Cristo Jesus é digno. Sim ele é digno do sacrifício (que, na verdade é uma alegria) de se deixar todo nome ou divisão e se reunir ao seu nome eternamente bendito.
Nos dias dos apóstolos Jesus era o nome exaltado sobre qualquer outro nome. Exaltar outro nome ainda que fosse Paulo ou Pedro era denunciado pelo Espírito de Deus como carnalidade e divisão no corpo de Cristo. Em Mt 6:10 nos diz: “Seja feita a tua vontade na terra assim como no céu.”
Será que podemos orar assim?
Seria mais honesto admitir: “Pai tenho estado numa divisão por tanto tempo, mas fui iluminado nesta dia e quero fazer a tua vontade sobre a terra como esta no céu.”
Querido irmão, você deseja fazer a vontade de Deus, então seu caminho é bem claro: deixe todo nome e divisão e receba a todos aqueles que ele recebeu para a glória do nome de Jesus. Amém.Contato; ccc.riogrande@gmail.com
Rio Grande - RS